segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Bullying: seja contra essa idéia

Atualmente, um dos assuntos mais comentados pela mídia e pela sociedade de todo o mundo é o “bullying”, uma forma de abuso emocional, verbal ou físico, praticado por um indivíduo (bully – valentão) ou um grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar outro(s) indivíduo(s).


Na semana passada – por exemplo – a página principal do UOL deu destaque a uma publicação da Folha.com a respeito da entrevista que Susan Boyle concedeu à Oprah Winfrey em seu programa. Entre outros assuntos, Boyle afirmou que foi vítima de bullying no colégio, sendo – inclusive – queimada com cigarros pelos seus “colegas”. 


Aliás, ironia do destino ou não, foi justamente um caso de bullying que fez a carreira de Susan Boyle despontar. Com todo o respeito, se ela não tivesse aquela aparência simples da sua apresentação no “Britain's Got Talent” (ao lado), ela jamais teria sido tratada de forma irônica pelos jurados e não teria virado um hit da internet. Ou teria?


Aproveito o momento para comentar sobre o filme espanhol também intitulado “Bullying” que, como já é de se esperar, está longe de ter a qualidade dos filmes “hollywoodianos” (algo que – na minha opinião – é tolerável). Infelizmente, o maior problema do filme gira em torno dos exageros cometidos pelos “bullies”, que não se contentam em abusar do aluno Jordi (Albert Carbó) apenas no ambiente escolar, também o perseguindo em sua casa e fazendo seu cachorro de vítima. Por mais cruel que os bullies sejam, prefiro não acreditar que as pessoas cheguem ao ponto abordado no filme. Caso tenham interesse, confiram um trailer do filme clicando aqui.

Para conhecer mais a respeito do assunto, indico a todos o site do programa Altas Horas (apresentado pelo grande Serginho Groisman), que tem feito uma ótima campanha contra o Bullying no Brasil. Recomendo!


quarta-feira, 20 de outubro de 2010

House 7.ª Temporada

Depois de alguns dias sem postar, estou de volta para divulgar um dos acontecimentos mais aguardados pelos brasileiros nesse mês de outubro, mais especificamente no próximo dia 28.

House, uma das séries mais divertidas da Universal Channel, teve seu último episódio da 6ª temporada exibido no dia 24 de junho de 2010. Desde então, os fãs da série têm se contentado apenas com reprises de temporadas anteriores, já que o Dr. Gregory House (Hugh Laurie) e seus colegas entraram em férias.


Na próxima semana, a 7ª temporada irá ao ar com a promessa da produtora Katie Jacobs de que Dr. House tentará ficar livre dos remédios e manter um relacionamento sério com a Dra. Cuddy (Lisa Edelstein). Porém, o relacionamento dos dois certamente não será um perfeito mar de rosas, principalmente pelo fato de uma das partes ser o antipaticamente simpático Dr. House, que jamais deixará de ser sarcástico e mal humorado.

Aproveitando o assunto, recentemente descobri algo sobre a série que me chamou bastante a atenção: a relação entre o Dr. House e o detetive Sherlock Holmes.

O diretor da série, David Shore, é um fã assumido do detetive criado por Sir Arthur Conan Doyle e, discretamente (ou indiscretamente) atribuiu à série e ao personagem características do detetive Holmes. Por exemplo, tanto House como Holmes buscam soluções para seus casos na psicologia, ambos tocam instrumentos musicais e são dependentes de algum tipo de remédio ou droga. Além disso, a relação entre House e seu parceiro Wilson nos lembram a relação entre Sherlock Holmes e seu caro amigo Watson.

Pesquisando na internet, não achei nada sobre a questão dos nomes das personagens, mas creio que também haja alguma relação, já que House é a palavra inglesa para “casa”, enquanto Holmes tem uma pronúncia parecida com Home, que significa “lar”. Isso sem contar que Wilson e Watson são nomes muito parecidos.

Bom, sem querer cortar o assunto – mas já cortando – preciso voltar a “falar” sobre o que acontecerá no próximo dia 28 de outubro (o tal acontecimento mais aguardado pelos brasileiros). Além da estréia da 7ª temporada do House, às 22h, na Universal Channel, será também o aniversário desde que vos escreve... rsrsrs... Presentes serão muito vem vindos... até mais!!



quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Amor à Distância (Going the Distance, 2010)

Esse post é dedicado àquelas pessoas que gostam de um bom filme de comédia. Quem me conhece, sabe o quanto sou crítico e chato para esse tipo de filme, já que – desde o surgimento dos filmes à lá American Pie – as comédias que têm feito sucesso desde então são geralmente apelativas e sem graças (na minha modesta opinião).

Geralmente, se o filme está categorizado como “Comédia”, considero altamente arriscado alugá-lo, pois as chances de ser – de fato – engraçado, são mínimas. Ao contrário, filmes cuja proposta principal não é ser engraçado, acabam sendo mais divertidos, como é o caso de O Terminal e Show de Truman, que têm – em sua essência – uma linha dramática, mas com inúmeros momentos que geram boas risadas.

O objetivo desse post, porém, é destacar a comédia romântica Amor à Distância, estrelado por Justin Long (Duro de Matar 4.0, Planeta 51) e Drew Barrymore (Letra e Música, Como se fosse a primeira vez). Erin é uma estagiária de Jornalismo em Nova York que, após o término do seu contrato, acaba como garçonete em Los Angeles. Garrett é um caça-talentos de uma gravadora POP descontente com o seu trabalho.

Após se conhecerem em Nova York e começarem um relacionamento casual, Erin é obrigada a se mudar para Los Angeles e, então, decide levar o relacionamento com Garrett mais a sério, mesmo sendo obrigados a namorar à distância, por telefone e SMS. O que teria tudo para ser mais uma história clichê, acabou se transformando em uma excelente opção de entretenimento, graças à química entre Drew e Justin, somada a um excelente roteiro, elenco e trilha sonora.

A trilha sonora, aliás, merece destaque, com clássicos como Take my Breath Away (Berlin) e Don’t Get me Wrong (The Pretenders). Porém, o ponto alto do filme no que diz respeito à trilha sonora é o momento em que a introdução de Just Like Heaven, do The Cure, é tocada. É de arrepiar.

Resumindo, o filme é ótimo, muito engraçado e merece ser assistido. Caso esteja em casa, de bobeira, dê um pulo ao cinema, pois não irá se arrepender. Enquanto isso, “perca” alguns minutos assistindo ao trailer de Amor à Distância:



 FICHA TÉCNICA

Diretor: Nanette Burstein
Elenco: Drew Barrymore, Justin Long, Christina Applegate, Ron Livingston, Kelli Garner, Natalie Morales, Kristen Schaal, Charlie Day, Jason Sudeikis, Peyton List, Rob Riggle.
Produção: Jennifer Gibgot, Garrett Grant, Adam Shankman
Roteiro: Geoff LaTulippe
Fotografia: Eric Steelberg
Trilha Sonora: Mychael Danna
Ano: 2010
País: EUA
Gênero: Comédia Romântica
Cor: Colorido
Distribuidora: Warner Bros.
Estúdio: New Line Cinema / Offspring Entertainment

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Humor negro...

Boa tarde pessoal!

Quem me conhece, sabe o quanto sou fã de humor negro. rsrs

Essa semana, durante a correria da vida, recebi um e-mail que me fez rir como não ria há muito tempo. A mensagem, enviada pela Bia, continha várias imagens engraçadas, mas uma em especial (completamente sacana) me fez rir demais. Por isso, resolvi compartilhá-la aqui.

O rosto de sacana do moleque vendo a menina tomar injeção e ainda apontando pro rosto dela está extremamente "do mal"...

Espero que gostem:

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Os Goonies

Olá pessoal,

Para estreiar a sessão de cinema do blog em grande estilo, segue um texto que escrevi para a coluna "Cinema na Escola" do portal Planeta Educação, sobre um dos filmes que melhor representa a minha infância.

Espero que gostem!!

Rômulo Faria


Os Goonies
Uma clássica aventura em busca de um sonho

Um grande sucesso da década de 80, “Os Goonies” é um filme que anda esquecido pelas emissoras de televisão, mas que jamais desaparecerá da memória das pessoas que viveram essa época.

Sem muitas pretensões, o filme conta com uma poderosa equipe, tendo sido produzido pelo premiado Steven Spielberg (Transformers, Parque dos Dinossauros, De Volta para o Futuro), escrito por Chris Columbus (Gremlins) e dirigido por Richard Donner (Máquina Mortífera, Superman e Teoria da Conspiração).

Além da grande equipe, o filme conta, também, com uma rápida participação de Cyndi Lauper, cantando a marcante música tema “The goonies ‘R’ good enough”.

Toda a história passa-se em Astoria, no estado de Oregon (EUA), num momento em que um grupo de amigos (Os Goonies) está prestes a ser despejado de seus lares por conta de dívidas acumuladas.

Caso não consigam pagar tais dívidas dentro do prazo estipulado (mais um dia), os garotos terão suas casas demolidas –dando lugar a um grande campo de golfe – e o grupo será dissolvido, já que cada integrante se mudará para uma área diferente da cidade.

O “trágico” futuro, porém, começa a ser alterado no momento em que Mouth (Bocão, Corey Feldman) descobre um sótão na casa de Mikey Walsh (Sean Astin) e Brand Walsh (Josh Brolin), no qual o pai dos garotos guarda relíquias como quadros, jornais, mapas, etc. Muito curioso, Mouth convence os irmãos Walsh e seus amigos Data (Dado, Jonathan’ Ke Huy Quan) e Chunk (Gordo, Jeff Cohen) a vasculhar o sótão em busca de alguma peça interessante que possa ser utilizada numa última aventura. Entre as relíquias, Mikey encontra um suposto mapa do tesouro, que os leva ao navio do pirata Willy Caolho.

Apesar da insegurança a respeito da veracidade do mapa, os garotos – acompanhados das amigas Andy (Kerri Green) e Steff (Martha Plimpton) – decidem seguir a rota descrita no antigo papel, que se inicia numa antiga casa de verão, onde posteriormente o grupo descobre que é o atual esconderijo dos Fratelli (uma família de bandidos procurada pela polícia local). Nessa casa, os Goonies veem pela primeira vez o “monstro” Sloth (John Matuszak), trancado e acorrentado numa cela.

Desse ponto em diante, os garotos continuam seguindo as dicas do mapa em busca do tesouro que poderá salvar suas vidas e, ao mesmo tempo, fugindo da perseguição dos Fratelli, para literalmente salvar suas vidas. O objetivo do grupo é encontrar o tesouro de Willy Caolho e utilizar tal dinheiro para pagar suas dívidas e não perderem suas casas.


Aos professores

“Os Goonies” é um filme que possibilita ao professor trabalhar duas questões muito importantes para a formação dos alunos:

1. “As aparências enganam”: No momento em que os garotos encontram Sloth acorrentado numa cela dentro da casa onde vivem os Fratelli, ele é apresentado ao público como um monstro muito perigoso e que está preso por questões de segurança. Porém, no decorrer do filme, Sloth passa a ser a figura mais simpática e adorada do filme, tornando-se o melhor amigo dos Goonies e um dos heróis da história.

2.“Dinheiro não trás felicidade”: No momento final do filme, os Goonies se deparam com uma situação crítica na qual, entre duas opções, poderão escolher apenas uma. A primeira ideia é voltar ao navio de Willy Caolho e arriscar suas vidas (tendo a possibilidade de não conseguir mais sair de lá, ficando presos em alguma armadilha). Por outro lado, a opção seguinte é fugir do local, abrindo mão do tesouro e salvando suas vidas. Por sorte, os garotos fazem a escolha certa.

Fica, então, uma ótima opção de filme para assistir com toda a família. Quem aprecia uma boa aventura e gosta de final feliz, certamente terá esse filme na sua lista de favoritos.



Ficha Técnica
Título original: The Goonies

Gênero:
Aventura
Duração:
01h55min
Ano de lançamento:
1985
Direção:
Richard Donner
Roteiro:
Chris Columbus, baseado em estória de Steven Spielberg
Produção:
Harvey Bernhard e Richard Donner
Música:
Dave Grusin
Fotografia:
Nick McLean
Direção de arte:
Rick Carter
Figurino:
Linda DeScenna
Edição:
Michael Kahn
Efeitos especiais:
Industrial Light & Magic